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Veja 6 dicas de como fazer a gestão de pessoas da sua empresa

Publicado em: 27/03/2020 10:24 | Atualizado em: 07/04/2020 11:02

 

Quando falamos em gestão de pessoas, estamos considerando funcionários como parceiros estratégicos, fornecedores de conhecimentos, habilidades e competências que dão vida a toda a operação. Quando devidamente valorizados, eles podem se tornar a principal vantagem competitiva de um negócio.

 

Assim, em vez de investir a maior parte de seus recursos em produtos e serviços, as empresas modernas apostam em pessoas que sabem como criá-los, desenvolvê-los e melhorá-los, sempre buscando satisfazer e encantar os clientes.

 

Quer aplicar esse princípio na sua empresa? Conheça seis dicas de gestão de pessoas para motivar e engajar seus funcionários nessa empreitada!

 

1. Tenha um bom planejamento do seu negócio
Se você não sabe para onde vai, como seus parceiros de negócio vão poder ajudá-lo? Muitas empresas têm pouca clareza sobre sua missão, visão, valores e metas a serem atingidas, além de possuírem uma clara desorganização dos processos e finanças.

 

Esse contexto gera insegurança nos funcionários, pois, além de trabalharem sem um propósito definido, não acreditam no futuro da empresa nem imaginam um plano de carreira promissor dentro dela. Logo, atuam para executar tarefas básicas e não produzem nada além do solicitado para receber o salário no fim do mês.

 

Por isso, considere fazer um planejamento estratégico, que geralmente começa com uma pesquisa de mercado e o estabelecimento de direções básicas para toda a empresa. Colete contribuições de todos, pois são os colaboradores que estão em contato direto com as tarefas do dia a dia.

 

Depois, apresente o plano apontando as contribuições de cada um. Esse cuidado estimula nas pessoas o senso de pertencer a algo maior, sentindo que sua contribuição é relevante e que seus chefes e colegas de trabalho o admiram e respeitam.

 

2. Valorize a comunicação interna
As falhas de comunicação interna são grandes fontes de transtornos para a as empresas de qualquer porte: planejamentos podem ser comprometidos, conflitos são gerados dentro da equipe e o índice de erros operacionais também pode aumentar.

 

Assim, uma cultura de comunicação eficaz estabelece canais de relacionamento conforme o perfil do público, ajusta discursos e conteúdos e busca incentivar a participação dos funcionários. Eles devem ser sempre os primeiros a tomar conhecimento de novidades para que a confiança e a parceria necessárias sejam sempre reforçadas.

 

Você pode garantir esses princípios na sua empresa utilizando murais, jornais internos, intranets ou mesmo um sistema de e-mails bem fundamentado. Não apenas comunique informações da empresa, mas demonstre interesse real nas questões da equipe, explorando dicas de saúde, bem-estar e autodesenvolvimento, por exemplo.

 

3. Qualifique seus colaboradores
O treinamento e desenvolvimento de funcionários é fundamental para ajudar as empresas a enfrentarem seus desafios competitivos. Além disso, muitas pessoas preferem boas oportunidades de carreira a qualquer outro tipo de benefício, pois novos aprendizados tornam a vida profissional mais desafiadora e estimulante.

 

Nesse sentido, os processos de qualificação devem ser feitos de acordo com as necessidades da empresa e demandas dos funcionários, sempre buscando aprimoramento dos métodos de trabalho para que não fiquem defasados. O incentivo será maior quando o público for influenciado por recompensas, como gratificações e benefícios.

 

Outra vantagem é que muitas vezes esses treinamentos não exigem grandes investimentos: eles podem ser efetuados por fornecedores que os oferecem gratuitamente para promover o produto que estão comercializando diretamente com a organização — trata-se de um acordo vantajoso para ambos.

 

4. Invista na atração e retenção de talentos
Não adianta promover treinamentos frequentes se o índice de rotatividade da sua empresa é alto: além do constante retreinamento representar prejuízo, seus funcionários podem levar todo o conhecimento para os concorrentes. Os custos são diversos: desde o impacto no trabalho dos colegas até as despesas com processo seletivo de novos colaboradores e perda de clientes fidelizados.

 

Para evitar esses problemas, estabeleça uma política de atração e retenção de talentos. Estude as características do seu público interno: o que esperam do futuro? O que os fazem felizes? Quais são seus sonhos e anseios? O que valorizam em termos de remuneração e benefícios? Como a empresa pode colaborar com seu desenvolvimento pessoal e profissional?

 

Nessa perspectiva, lembre-se de que compreender as necessidades dos seus funcionários é tão importante quanto pesquisar as dos seus clientes. Trabalhe para que eles sejam fiéis e estejam sempre ao seu lado.

 

5. Adote a cultura do feedback
É preciso ir muito além de um simples elogio ou crítica para motivar uma pessoa: se o que ela fez de bom ou ruim não for minuciosamente descrito com o devido respeito, o feedback não servirá para seu crescimento.

 

Podemos dizer que existem dois tipos de feedback: o positivo e o negativo. Os gestores precisam estar preparados para usar o feedback adequado no momento certo. No primeiro caso, o comportamento a ser elogiado deve ser descrito para que a pessoa saiba exatamente em que aspectos acertou e que resultados atingiu. Já no segundo, o mesmo deve ser feito ao avaliar comportamentos desfavoráveis.

 

Assim, além de servir como ferramenta de avaliação de desempenho e reconhecimento profissional, também é útil para o alinhamento de expectativas entre gestores e demais funcionários.

 

6. Avalie o desempenho das lideranças
Um estudo realizado pela consultoria Michael Page trouxe um dado preocupante sobre a gestão de pessoas no Brasil: 52% dos trabalhadores afirmam não estarem satisfeitos com seus gestores. No entanto, 73% dos gestores acreditam ser plenamente capacitados para o cargo que ocupam.

 

Chefias autoritárias, que desconhecem os próprios processos que gerenciam e não dialogam com os funcionários, promovem um clima organizacional tenso e improdutivo. Se considerarmos que pessoas infelizes trabalham menos, faltam mais e cometem mais erros, a avaliação da qualidade das lideranças pode ser fundamental para a saúde do negócio.

 

O líder precisa ser mais do que o funcionário mais antigo ou mais engajado da empresa. Ele deve ter uma função simbólica para os demais, criando uma força inspiradora. Um bom líder trabalha a motivação e a comunicação eficiente da equipe, assim como os conflitos e planejamentos, de modo a obter um desempenho máximo no alcance de metas.

 

A partir dessas dicas, faça uma avaliação sincera sobre a gestão de pessoas na sua empresa. Todo investimento só se justifica quando traz um retorno razoável, mas essa perspectiva não é apenas do empresário: o funcionário também investe seu esforço, comprometimento e responsabilidade. Ele precisa ter bons motivos para isso!

 

Gostou deste conteúdo? Então veja também 7 segredos para fidelizar os clientes da sua empresa. Sem dúvida, uma equipe capacitada é a base para superar esse desafio!

 

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