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Setor Moveleiro 2021: descubra as tendências de mercado para o varejo

Publicado em: 30/10/2020 16:45 | Atualizado em: 30/10/2020 17:20

Setor moveleiro 2021. Vendedora de loja apontando produtos

 

Por estar presente no cotidiano das pessoas, os produtos moveleiros acabam sendo responsáveis por gerar mais praticidade, conforto e beleza às residências dos consumidores, facilitando também as atividades do dia a dia.

 

Estima-se que em 2021 o setor moveleiro obtenha um crescimento de 19%, segundo dados da IMEI. Para alcançar esse aumento nas vendas no próximo ano, os varejistas das 44 mil lojas especializadas em móveis no Brasil precisam entender as mudanças no comportamento dos consumidores e quais são as tendências para o mercado no próximo ano.

 

Principais causadores das mudanças no setor moveleiro 2021

 

Segundo dados da Agência FIEP, ao menos 4 fatores estão movimentando as tendências no setor moveleiro para 2021:

 

1. Novos hábitos de compra da chamada geração millenials (os nascidos entre 1980 e 2000)

 

Esta geração que possui faixa etária entre 40 e 20 anos é a maior da história entre os trabalhadores, sendo representada por cerca de 2 milhões de pessoas no mundo, com 86% somente nos países emergentes, a exemplo do Brasil.

 

Por que eles importam tanto para o novo consumo?

 

Eles são totalmente digitais, já que cresceram na era do avanço tecnológico e são adeptos a esse universo tanto para compras quanto para interações sociais, utilizando esse ambiente da Internet também em prol de causas sociais.

 

Com isso, essa geração tem apresentado novas demandas a partir do seu hábito de compras online, exigindo que as empresas ofereçam o máximo de informações sobre seus produtos e estejam mais próximas do consumidor para conquistá-lo.

 

  1. O desenvolvimento acelerado de novas tecnologias

 

O avanço tecnológico não é novidade, mas sua rapidez espanta a todos. A cada dia novos recursos digitais são criados ou atualizados para melhorar processos na indústria, aumentar as vendas nas empresas e facilitar compras e a interação na sociedade.

Isso torna a inovação a regra atual, exigindo que os varejistas estejam atentos a essas transformações para que não fique para trás na hora das vendas.

 

  1. A chegada da indústria 4.0

 

Toda as transformações tecnológicas afetam diretamente a indústria levando-a ao estágio 4.0, que é o uso de mais inteligência digital em seus processos de produção, divulgação e venda dos produtos.

 

Hoje em dia, por exemplo, já existem empresas brasileiras cujo aplicativo de venda permite ao cliente simular a instalação de um móvel no ambiente da casa. Essa ferramenta fornece mais confiança e segurança na hora da escolha do produto.

 

  1. O avanço do mercado chinês

 

Como você deve saber, a China possui um papel fundamental para a economia mundial e a tendência é que isso cresça ainda mais. O motivo é a possibilidade da implantação do programa de desenvolvimento do governo chinês que prevê:

  • aumento da produtividade da indústria;
  • melhorias na produção automatizada;
  • novas ferramentas digitais e de design;
  • disponibilização da Internet com alta velocidade;

Tudo isso impacta diretamente a produção mobiliária no Brasil e altera o mercado moveleiro, a concorrência fica mais acirrada e novas transformações são desencadeadas.

 

As transformações por trás das tendências que estão surgindo, indicam que os varejistas precisam:

 

  • conhecer mais sobre a geração millenials, com idade entre 20 a 40 anos, pois são os consumidores mais ativos;
  • estar atentos as transformações tecnológicas, buscando sempre entregar algo inovador;
  • acompanhar as novas tecnologias no mercado moveleiro;
  • saber os impactos da economia chinesa no Brasil.

 

As tendências do setor moveleiro 2021

 

A combinação dos fatores anteriores com o cenário de pandemia resulta nas principais tendências do mercado moveleiro para o próximo ano. São elas:

 

1. Maior valorização das experiências do que o produto em si:

 

Cada vez mais os clientes estão escolhendo os produtos pensando nos benefícios e no valor agregado que ele possui. Eles não pensam primeiro qual é o mais barato, mas sim naquele que vai de fato resolver o seu problema e promover uma melhor experiência.

 

As pessoas estão rejeitando o consumo desenfreado e optando por escolhas que atendam sua real necessidade e sejam mais duradouras.

 

2. Maior influência das redes sociais na decisão de compra:

 

Para uma geração totalmente digital, a presença das empresas nesse ambiente é imprescindível. Uma das principais formas é através das redes sociais que permite um canal mais próximo e direto com o cliente, facilitando o acesso às informações detalhadas do produto e as experiências de outros clientes com a marca.

 

Essa influência acelera a tomada de decisão dos consumidores e as vendas no ambiente digital. Por isso, a tendência é que mais empresas passem a explorar os recursos tecnológicos, nem que seja apenas com o WhatsApp, para ajudar os consumidores com informações dos produtos e melhorar as vendas

 

3. Mais produtos feitos pelos próprios consumidores:

 

Após o isolamento social, as pessoas tiveram que resolver sozinhas alguns problemas da casa e até mesmo improvisar na decoração para adequar o ambiente às demandas de trabalho. Com isso, elas foram forçadas a criar seus próprios móveis e acessórios mais simples, podendo inclusive personalizar as peças.

 

Além disso, aqueles que se viram desempregados, encontraram no setor moveleiro novas possibilidades de negócio e passaram a criar produtos para vender. Começando com itens mais simples como mesas de leitura, nichos e pequenos acessórios, e avançando para os mais complexos como armários e gaveteiros.

 

Esse comportamento vai aumentar as vendas no setor moveleiro e vai exigir mais preparação dos vendedores de materiais de construção e marcenaria, pois nem sempre esses novos consumidores possuem todas as informações na hora de escolher os acessórios.

 

4. Elevação no consumo local e incentivo aos microempreendedores:

 

Diante da crise que se instalou no início da pandemia, os pequenos varejistas foram os que mais sofreram com a queda nas vendas. Por isso, um movimento de incentivo ao consumo local começou a surgir para ajudar os negócios de bairro.

 

Aqueles que antes não conheciam essas lojas locais, ficaram totalmente encantados com o atendimento mais pessoal e o relacionamento mais próximo. Essa atenção mais personalizada fez com que o cliente se sentisse mais valorizado e voltasse mais vezes.

 

A expectativa é que esse consumo local continue crescendo, sobretudo pelo relacionamento mais próximo e atendimento personalizado. Para aproveitar essa tendência, os microempreendedores precisam ter um bom atendimento para fidelizar o consumidor.

  • Com essas transformações que estão surgindo, a tendência é que o consumo cresça com as seguintes características na oferta e consumo dos produtos:
  • consumidores que valorizam mais as experiências do que o produto em si;
  • maior procura pelo valor agregado ao produto do que pelo preço barato;
  • uso de ferramentas digitais para conquistar novos clientes;
  • maior influência das redes sociais na decisão de compra das pessoas;
  • mais produtos feitos pelos próprios consumidores e maior procura por informação;
  • aumento do consumo local e incentivo aos microempreendedores

 

A sua empresa está pronta para essas mudanças?

 

Se quiser descobrir mais como se preparar, acesse mais dicas de vendas em nosso blog.

 

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